“O Governo, em articulação com o Presidente da República, vai decretar luto nacional no dia do funeral de Eunice Muñoz”, afirmou à Lusa fonte do Ministério da Cultura.


O ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, destacou hoje a relação próxima e íntima dos portugueses com a atriz e o “enorme aplauso” que recebeu em vida e que assegurou que será mantido.


“Neste momento devemos-lhe o mesmo aplauso que sempre lhe oferecemos, um aplauso de certa forma eterno”, declarou o ministro à agência Lusa, considerando um “privilégio para Portugal e para os portugueses” ter uma atriz como Eunice Muñoz.


“Tinha um talento quase natural e um dom único para a representação e, por isso mesmo, para nós todos, a vida da Eunice Muñoz confunde-se com os palcos e com o teatro, é uma espécie de relação íntima que todos fomos desenvolvendo com a mulher doce e afável”, disse o governante.


Pedro Adão e Silva destacou também a carreira longa e de enorme proximidade e de intimidade da atriz: “É como se todos a conhecessem e talvez essa seja também uma marca distintiva. Não é só o dom que tinha de facto e o talento como atriz, é também essa proximidade e essa intimidade”.


Eunice Muñoz morreu hoje, no Hospital de Santa Cruz, em Lisboa, segundo o filho da atriz, tendo completado em novembro 80 anos de carreira.


Em abril do ano passado, Eunice Muñoz foi condecorada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant`Iago da Espada, cerca de três anos depois de ter recebido a Grã-Cruz da Ordem de Mérito.




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