Evelise Veiga deu tudo sem chegar para a final do comprimento



A saltadora lusa, de 26 anos, saltou 6,54 metros na sua primeira tentativa, no estádio Hayward Field, ficando fora dos 12 lugares da final da disciplina, por 10 centímetros, a marca que a brasileira Letícia Oro Melo alcançou, fechando a competição com 6,41 e um nulo.

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“Nunca estamos à espera disso, acreditamos sempre até ao fim e foi o que eu fiz. Entrei para o último ensaio com toda a vontade do mundo para fazer uma marca melhor, que me permitisse o acesso à final, foi nulo, mas sinto que dei tudo e deixei lá tudo o que podia”, lamentou a atleta do Sporting.


Evelise Veiga, 19.ª em Tóquio2020 e 18.ª em Doha2019, em ambos os casos no triplo salto, apresentou-se no concurso do salto em comprimento em Eugene2022 com a 17.ª melhor marca do ano, os 6,74 do seu recorde pessoal batido já este ano, a um centímetro da marca de qualificação direta fixada para hoje, alcançada por seis atletas.


“É sempre possível fazer-se mais. Não nos devemos limitar e eu não o fiz durante a competição. Abri com um salto que me deu uma posição confortável, mas tinha a plena consciência de que tinha de saltar muito mais para estar entre as 12 primeiras. O segundo salto não teve uma corrida tecnicamente boa, tinha de arriscar no terceiro, foi o que eu fiz e foi nulo…penso que não podia ter feito mais nada”, referiu, notoriamente triste, a portuguesa, medalha de bronze nos Jogos do Mediterrâneo.


A norte-americana Quanesha Burks, com 6,86, alcançou a melhor marca da qualificação, à frente da alemã Malaika Mihambo (6,84), campeã olímpica e do mundo, da nigeriana Esse Brume (6,82) e da ucraniana Maryna Bekh-Romanchuk (6,81), que ocuparam os restantes lugares do pódio em Doha2019.


Letícia Oro Melo assegurou o 12.º e último lugar da repescagem para a final, marcada para domingo, com os 6,64 do seu último salto.


JP // VR


Lusa/Fim



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