Crescimento da Alemanha para este ano revisto em baixa para 1,6%



Também para 2023, nas previsões económicas da primavera, Bruxelas revê em baixa o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para os 2,4%, face aos 2,6% apontados em fevereiro. Já em fevereiro, nas previsões do inverno, o crescimento do PIB alemão tinha sido revisto em baixa face às de novembro.

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Nas previsões económicas da primavera, hoje divulgadas, Bruxelas destaca que “os custos elevados da energia e das matérias-primas e os estrangulamentos de abastecimento estão a impedir a recuperação das exportações e investimentos”.


Depois de um ligeiro crescimento do PIB alemão em janeiro e fevereiro, o cenário alterou-se, em março, em consequência da invasão da Ucrânia pela Rússia e ainda devido aos bloqueios relacionados com a covid-19 em alguns polos industriais da China, que resultaram em novos estrangulamentos de fornecimento, subida dos preços da energia, dos custos dos materiais e um aumento adicional da inflação nos preços no consumidor, sustenta o executivo comunitário.


No entanto, Bruxelas espera que este abrandamento do crescimento do PIB alemão seja compensado por um mercado de trabalho sólido e um aumento do consumo pela recuperação das despesas com serviços, uma mão-de-obra sólida e um aumento do consumo privado.


No que respeita à inflação, esta deverá chegar aos 6,5% – uma forte subida face aos 3,7% avançados nas previsões do inverno – e recuar para os 3,1% em 2023, enquanto o défice público continuará a recuar para os 2,5% este ano e 1% no próximo.


A taxa de desemprego prevê-se que seja de 3,3% este ano e 3,2% no próximo.


 



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