“Vamos reforçar a Linha de Apoio ao Turismo, trata-se de uma linha de crédito com garantia mútua, foi lançada em janeiro, na ordem dos 150 milhões de euros”, anunciou o governante, durante a intervenção na sessão púbica de adesão à Carta de Compromisso por parte de 54 empresas do setor do turismo que já concluíram as ações de capacitação piloto no âmbito do Programa Empresas Turismo 360.º, no Museu da Eletricidade, em Lisboa.


Segundo Costa Silva, dos 150 milhões iniciais de dotação, a linha de crédito tem já cerca de 103 milhões comprometidos.


“A resposta do setor foi extremamente positiva, vamos reforçar com mais 150 milhões de euros”, apontou o ministro.


Na mesma ocasião, a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, anunciou também que a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta, resultante de uma parceria entre o Turismo de Portugal e o sistema bancário, vai destinar uma verba de 20 milhões de euros com condições mais vantajosas para financiamento de projetos turísticos destinados à integração dos fatores ESG (governança ambiental, social e corporativa) nas empresas.


Em março, a AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal foi uma das entidades a pedir o “reforço urgente” da dotação da linha de apoio ao turismo, para garantir a sobrevivência das empresas.


“No contexto de grande incerteza que vivemos atualmente, as empresas do turismo foram apanhadas pelo aumento brutal dos custos operacionais, numa fase em que tentavam lentamente reerguer-se após dois anos de pandemia covid-19 e severos prejuízos financeiros”, lê-se no documento.


De acordo com a associação, “por esse motivo, é fundamental dotar estas empresas de instrumentos de apoio financeiro capazes de garantir a sua sobrevivência e assegurar que conseguem fazer face à subida do preço da energia e das matérias-primas”.


Assim, a AHRESP defendeu “o reforço urgente da dotação da Linha de Apoio ao Turismo 2021, lançada pelo Banco Português de Fomento, garantindo o acesso universal a todas as empresas que precisam de financiar as suas necessidades de tesouraria imediatas”.


A associação recordou que “esta linha pode conceder financiamentos bancários de curto, médio e longo prazo para necessidades de tesouraria e para investimento em ativos fixos corpóreos e incorpóreos”.


 




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