Segundo a lista de premiados, hoje divulgada, Irene M. Borrego recebeu o prémio de melhor realização e o filme foi distinguido com o prémio do público na 25.ª edição do festival, que termina no domingo.


Irene M. Borrego recebeu o prémio ex-eaquo com a realizadora Victoria Pena, pelo filme “Delia”.


“A visita e um jardim secreto” é a primeira longa-metragem da realizadora espanhola Irene M. Borrego e conta com produção da Cedro Plátano, da produtora portuguesa Renata Sancho e apoio financeiro do Instituto do Cinema e Audiovisual.


O filme é um retrato filmado da artista plástica espanhola Isabel Santaló “e reflete sobre a memória e o esquecimento, sobre a arte e o processo criativo, sobre o que significa ser artista e mulher”, escreveu a realizadora na nota de intenções.


No documentário participa ainda o pintor Antonio López, que o realizador Victor Erice filmou em “O sonho da luz, o sol do marmeleiro” (1992).


“Salvaguardando as devidas distâncias, podemos ler `A visita e um jardim secreto` como uma espécie de lado B do `Sol do Marmeleiro`, de Victor Erice. Mas, no nosso caso, não observamos um pintor famoso, Antonio López, no seu ofício; nem contemplamos obras-primas. Temos, porém, a voz de Antonio que nos conta sobre a figura difusa da sua colega esquecida”, explica a realizadora Irene M. Borrego.


Na programação do festival de cinema de Málaga estiveram também presentes outros filmes portugueses, como “Distopia”, de Tiago Afonso, e “Hotel Royal”, de Salomé Lamas.


De coprodução portuguesa, o festival também exibiu “Sycorax”, de Matias Piñeiro e Lois Patiño, e “Camera café, la película”, de Ernesto Sevilla.


 




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