“A dor não me deixou preparar-me da melhor forma para os torneios. Ao mesmo tempo, observei com dor insuportável o que se passa na minha terra natal, e a bravura e coragem do nosso povo na defesa do país. Deu-me força para continuar e lutar no ‘court'”, explicou, numa publicação na rede social Instagram.

Ainda assim, “o corpo já não aguenta mais e precisa de descanso”, pelo que vai falhar a Fed Cup e “mais alguns torneios” antes de voltar “em breve” à ação.

“Obrigado por todo o apoio neste período tão desafiante”, concluiu.

Svitolina, de 27 anos, venceu já 16 torneios do circuito mundial e chegou a ser número três do mundo, tendo sido em 2017 a primeira ucraniana no ‘top 10’ da WTA desde Alona Bondarenko.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que matou pelo menos 1.179 civis, incluindo 104 crianças, e feriu 1.860, entre os quais 134 crianças, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.

A guerra provocou a fuga de mais de 10 milhões de pessoas, incluindo mais de 3,9 milhões de refugiados em países vizinhos e quase 6,5 milhões de deslocados internos.

A ONU estima que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.



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