Em comunicado, o porta-voz do Serviço Europeu de Ação Externa (SEAE) começa por sublinhar que as eleições, cuja segunda volta teve lugar na passada terça-feira, “foram pacíficas, ordeiras e confirmam o compromisso do povo timorense com os valores democráticos”, recordando que estas “foram as quintas eleições presidenciais desde que o país recuperou a independência, em 2002”.


“Os resultados oficiais provisórios confirmam que o antigo Presidente e Prémio Nobel da Paz José Ramos-Horta ganhou as eleições. A União Europeia felicita José Ramos-Horta e espera trabalhar estreitamente com ele enquanto parceiro fiável na consolidação das relações entre Timor-Leste e UE”, lê-se no comunicado hoje divulgado pelo corpo diplomático da UE.


“Como parceiros com os mesmos objetivos, a UE e Timor-Leste continuarão a manter-se unidos na defesa da democracia, dos direitos humanos e do multilateralismo”, prossegue o comunicado.


Apontando que “a UE considera Timor-Leste como uma contraparte valiosa para a implementação da sua estratégia de cooperação no Indo-Pacífico”, o porta-voz do SEAE sublinha que o bloco europeu continuará a “apoiar os esforços de Timor-Leste no sentido de uma maior consolidação democrática e boa governação, tal como testemunhado pelo destacamento de uma missão de observação eleitoral da UE para as eleições presidenciais”, e trabalhará “em estreita colaboração” com Díli “para assegurar o desenvolvimento económico sustentável”.


Na segunda volta das eleições presidenciais em Timor-Leste, na terça-feira, José Ramos-Horta foi eleito Presidente, com 62,09% dos votos, derrotando o atual chefe de Estado timorense, Francisco Guterres Lú-Olo, segundo resultados finais provisórios.


José Ramos-Horta irá tomar posse, pela segunda vez, a 20 de maio, data em que Timor-Leste celebra 20 anos da restauração da independência.




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