Macron falou também dos votos que recebeu para evitar a vitória da extrema direita, assumindo-se como “depositários” destes votos e desta confiança.

“Penso também em todos os nossos compatriotas que se abstiveram e o seu silêncio”, a que “devemos também responder”, assim como nos que “votaram na senhora Le Pen”, reconhecendo a sua “deceção”.

O presidente reeleito reconhece que os próximos cinco anos não serão fáceis e que será presidente de “uma França dividida”.

“O nosso país está cheio de divisões ” mas “ninguém ficará para trás”, prometeu.

“Já não sou o candidato de alguns mas o presidente de todos”, afirmou. E num recado para todos os que votaram na extrema direita referiu que “será uma responsabilidade” ter em conta o que expressaram e as suas dificuldades.

Aos seus apoiantes pediu mobilização para os próximos cinco anos, que prometeu serão diferentes dos anteriores. “Temos de ser exigentes e ambiciosos, há muito a ser feito.

Perante as dificuldades criadas pela guerra na Ucrânia, Macron sublinhou que “a França terá de mostrar a sua fora em todos os domínios e é isso que faremos”.

“Os anos que temos pela frente não serão tranquilos mas serão históricos, Vamos juntos transformá-los” lançou ainda.

“Tenho orgulho de voltar a servir” a França



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