Golo de Abel Ruiz dá vantagem magra, mas justa ao Braga sobre o Rangers


O único golo da partida surgiu aos 40 minutos, através de um belo remate do avançado internacional espanhol, que fez o seu terceiro golo na Liga Europa, esta época.

As duas equipas defrontaram-se há dois anos, em finais de fevereiro de 2020, pouco antes da pandemia de covid-19 ‘fechar’ Portugal e o mundo, nos ‘16 avos’ da mesma competição, tendo então o Rangers seguido em frente com dois triunfos (3-2 em Glasgow e 1-0 em Braga).

Desta vez, nos ‘quartos’, os minhotos saíram na frente e vão disputar o acesso às meias-finais dentro de uma semana, na Escócia, com um golo de vantagem.

Em relação à equipa que começou o jogo com o Benfica (vitória por 3-2, na sexta-feira), Carlos Carvalhal mexeu apenas uma peça no ‘onze’, trocando Paulo Oliveira por Fabiano.

Já o treinador do Rangers, o neerlandês Giovanni van Bronckhorst, operou três alterações ao ‘onze’ do derby de Glasgow de domingo, que os ‘blues’ perderam em casa (2-1) diante do Celtic, promovendo a titularidade de Kamara no meio-campo e Sakala e Artfield no ataque.

Foi um jogo com duas partes distintas, a primeira muito intensa e jogada a um ritmo muito elevado por ambas as equipas, com o Rangers a começar mais forte e a empurrar o Sporting de Braga para o seu meio-campo.

Logo aos cinco minutos, os escoceses levaram muito perigo à área minhota, mas Matheus e Fabiano conseguiram pôr-lhe cobro.

Apesar da maior pressão do Rangers, pertenceu ao Sporting de Braga a primeira grande ocasião do jogo, mas Ricardo Horta, após uma bola perdida na área, de tanto querer tirar a bola do alcance do guarda-redes, rematou ao poste (25).

No minuto seguinte, os minhotos marcaram, por André Horta, mas o golo seria invalidado porque o VAR alertou o árbitro para uma falta de Fabiano sobre Ryan Jack imediatamente antes do remate do médio português.

O Rangers foi caindo fisicamente – o Braga teve mais dois dias de descanso – e a turma minhota tomou conta da partida, colocando-se em vantagem por Abel Ruiz: remate colocado após boa jogada de envolvimento pela direita do ataque ‘arsenalista’ (40).

O segundo tempo foi mais ‘morno’ e, sem ver a equipa a criar problemas ao último reduto bracarense, o técnico do Rangers fez uma tripla substituição aos 62 minutos, lançando Barisic, Roofe e Aribo, mas foi através de um cabeceamento do central Goldson, após canto, que o Rangers criou algum perigo pela primeira vez, muito pouco para a reação que se esperava.

Carlos Carvalhal respondeu com a entrada simultânea de Falé e Vítor Oliveira (75) (saíram Abel Ruiz e Iuri Medeiros, esgotados) e André Horta ‘disparou’ de fora da área para defesa difícil de Allan McGregor (78).

Pouco depois, Carvalhal refrescou o meio-campo com Castro e Lucas Mineiro, que renderam André Horta e Al Musrati (saiu tocado), aos 84 minutos, e lançou ainda Paulo Oliveira para ajudar a suster o previsível futebol mais direto do Rangers (89).

O resultado manteve-se e o Sporting de Braga leva para a segunda mão uma vantagem ‘magra’, mas que pode ser decisiva para chegar às meias-finais de uma competição europeia, e da Liga Europa, pela segunda vez na sua história.



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