Ministra da Ciência avalia cooperação com instituto norte-americano


A ministra Elvira Fortunato admitiu ter ficado “muito bem impressionada” com as instalações do MIT, especialmente com o centro de nanofabricação daquela prestigiada instituição cientifica, inaugurado há três anos, conforme declarações à Lusa na reta final da sua deslocação ao estado norte-americano de Massachusetts.


O foco desta viagem foi ver, em termos futuros, qual o rumo a dar a esta parceria que temos com o MIT. Como nunca estive nestas negociações, nem estava envolvida no programa, para mim era muito importante falar com os responsáveis, ter um ‘feedback’ – quer do lado do MIT, quer do coordenador nacional -, daquilo que já foi feito e daquilo que ainda se poderá fazer, pois é uma parceria que já vai na terceira fase, já dura há 16 anos, e há coisas que têm que evoluir“, disse a governante.

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Mas saio daqui muito bem impressionada. Aliás, tive a oportunidade de visitar um centro inaugurado há três anos, de nanofabricação. (…) Penso que é uma estrutura muito atual e muito importante face ao trabalho científico que é feito e, no fundo, a nanotecnologia é uma área transversal a todas as outras, seja da medicina, da engenharia mecânica, ou até da engenharia aeroespacial“, avaliou Elvira Fortunato.

Esta nova infraestrutura do MIT “poderá também ser uma peça bastante útil na nova parceria que iremos fazer para a próxima negociação, em princípio da quarta fase”, acrescentou a ministra, salientando que poderá ainda abrir portas para outros “trabalhos em equipa”.

“Acho que é uma peça muito importante, até para trabalharmos mais em conjunto, termos sinergias e, quem sabe, até utilizarmos o próprio laboratório de nanotecnologias que temos em Braga – que é partilhado com Espanha. Mas nestas áreas nós temos, acima de tudo, que trabalhar em equipa”, avaliou.


Olhar para o futuro

Apesar de existir um pré-acordo até 2030, a responsável pela tutela da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior frisou que há sempre espaço para alterações, devido ao “dinamismo da ciência”.

Na visita a Massachusetts, a ministra esteve acompanhada pela presidente do conselho de administração da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), Madalena Alves; pelo diretor nacional do Programa MIT Portugal, Pedro Arezes; e pelo cônsul-geral de Portugal em Boston, Tiago Araújo.

No programa constaram visitas a vários laboratórios e encontros com professores responsáveis por algumas das áreas científicas do programa com o MIT e com alunos portugueses.

A ministra aproveitou para reforçar a “extrema importância” das parceiras que Portugal tem com universidades norte-americanas, que se refletem não só no ensino e na ciência, mas também na “área de empreendedorismo”.





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