Ofensiva russa na Ucrânia. A evolução da guerra ao minuto


por Carlos Santos Neves – RTP

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EPA

Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a ofensiva militar desencadeada pela Rússia na Ucrânia.

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7h22 – Ponto de situação

  • Esta terça-feira há uma reunião dos ministros da Energia da União Europeia. Os governantes vão tentar alcançar um consenso sobre a meta de redução do consumo de gás em 15 por cento até à primavera. Portugal e Espanha manifestaram-se contra a proposta inicial, alegando que estão numa situação diferente face ao resto da Europa. O documento que é agora discutido já contém alterações.
  • A gigante energética russa Gazprom anunciou um corte nos abastecimentos de gás natural para a Europa através do gasoduto Nord Stream 1, já a partir de quarta-feira. Será parada a operação de uma das turbinas do gasoduto devido ao que a empresa descreve como “a condição técnica do motor”. O aprovisionamento será reduzido para 33 metros cúbicos diários, ou seja, cerca de 20 por cento da capacidade total.
  • A Gazprom procedeu, sem aviso prévio, a um aumento acentuado da pressão no gasoduto que abastece a Europa, denunciou a operadora estatal ucraniana OGTSU, alertando que tais subidas podem causar situações de emergência como ruturas.
  • As forças russas voltaram a bombardear a região da cidade portuária de Odessa, no sul da Ucrânia, atingindo, às primeiras horas da manhã, edifícios privados em localidades costeiras. O chefe da administração military regional, Serhiy Bratchuk, escreveu na plataforma de mensagens Telegram que Odessa está a ser visada por “aviação estratégica”.
  • No sábado, menos de 12 horas depois de Moscovo ter assinado com Kiev um acordo para permitir a exportação controlada de cereais ucranianos, mísseis de cruzeiro da Rússia atingiram Odessa. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou as forças russas de terem desencadeado um ataque “bárbaro”.
  • Já esta manhã foram igualmente reportados novos bombardeamentos russos sobre Mykolaiv, no sul da Ucrânia. “São ouvidas potentes explosões em Mykolaiv! Pedimos a todos que permaneçam nos abrigos! Mesmo depois do fim do recolher obrigatório, o ataque aéreo vai continuar”, enfatizou no Telegram o responsável da administração da cidade Olexander Senkevich.
  • A região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, é outro dos alvos de bombardeamentos contínuos das forças russas.
  • O Cazaquistão decidiu aumentar o seu orçamento de Defesa em 918 milhões de dólares, invocando o receio de uma repetição, no seu território, do cenário da Ucrânia, noticiou o Wall Street Journal.
  • Também a Moldova volta a expresser preocupação com uma eventual invasão russa. Em declarações à CNN, a primeira-ministra desta antiga república soviética, Natalia Gavrilitsa, sunlinhou que este é “ainda um cenário hipotético”. “Estamos preocupados, claro”, atalhou.



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