Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a ofensiva militar desencadeada pela Rússia na Ucrânia.

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7h41 – Ucrânia sem corredores humanitários pelo terceiro dia consecutivo


A vice-primeira-ministra da Ucrânia, Iryna Vereshchuk, anunciou que não foi possível estabelecer corredores humanitários esta terça-feira, algo que acontece pelo terceiro dia consecutivo.


“Os bombardeamentos intensos continuam no Donbass. De acordo com Mariupol, os russos recusam-se a disponibilizar um corredor para civis na direção de Berdyansk. Continuamos as negociações difíceis sobre a abertura de corredores humanitários nas regiões de Kherson e Kharkiv”, disse a responsável através do Telegram.


7h27 – Forças ucranianas atacam vila russa junto à fronteira


Forças ucranianas atacaram a vila de Golovchino, perto da fronteira da Rússia com a Ucrânia, e feriram um morador, segundo indicou o governador da província russa de Belgorod, citado pela agência Reuters.


Ponto de situação

  • Ofensiva a leste. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou na segunda-feira o início da ofensiva russa em larga escala na região leste do Donbass. “Agora já podemos afirmar que as tropas russas começaram a batalha pelo Donbass para a qual se preparavam há muito tempo”, afirmou. Zelensky acrescenta que “parte significativa de todo o exército russo está agora concentrada nesta ofensiva”. As autoridades ucranianas indicam que Moscovo tentou derrubar as posições de Kiev nas regiões de Donetsk, Luhansk e Kharkiv.

  • Ataques generalizados. Na segunda-feira, os bombardeamentos russos em várias cidades do país mataram pelo menos 17 pessoas, sete das quais na cidade ocidental de Lviv, que até então tinha escapado aos ataques. Em Kreminna, cidade na região de Lugansk que passou a estar sob controlo de Moscovo, os bombardeamentos russos destruíram várias casas e um centro de treino olímpico, provocando pelo menos quatro vítimas mortais.

  • Dimensão da devastação em Irpin. Há novas imagens divulgadas que mostram a extensão da destruição em Irpin. As forças de defesa ucranianas comparam o cenário que encontraram com a devastação da cidade síria de Aleppo. Investigadores ucranianos indicam que já examinaram 269 corpos desde que a cidade foi recuperada das forças russas no final de março, indicou a Reuters na segunda-feira.

  • Mariupol. O parque industrial de Azovstal é agora o último reduto da resistência ucraniana na cidade portuária de Mariupol. Os soldados ucranianos continuam a resistir e há cerca de 1.000 civis escondidos em túneis subterrâneos. De acordo com o prefeito daquela cidade, cerca de 40 mil pessoas foram retiradas à força para a Rússia ou para zonas da Ucrânia controladas pela Rússia.

  • Quase 5 milhões já fugiram do país. A ONU revela que mais de 4,9 milhões de ucranianos já fugiram do país desde o início da guerra, a 24 de fevereiro.



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