“Mobilizaram quase tudo e todos que é capaz de combater a Ucrânia”, referiu o governante, no seu discurso de vídeo dirigido ao país.


Zelensky explicou que a maioria das forças russas prontas para o combate estão agora concentradas na Ucrânia ou junto à fronteira na Rússia.


Apesar da Rússia garantir que está a atingir apenas alvos militares, o chefe de Estado ucraniano apontou que as forças russas continuam a “atacar residenciais e a matar civis”.


“O Exército russo está, com esta guerra, a inscrever-se para sempre na história mundial como o Exército mais bárbaro e desumano do mundo”, vincou Zelensky.


O presidente ucraniano adiantou que a situação em Mariupol permanece inalterada, descrevendo-a como “o mais difícil possível”, devido ao bloqueio dos militares russos de todas as tentativas de estabelecer corredores humanitários para fora daquela cidade portuária estratégica no sudeste da Ucrânia, de forma a “salvar o povo”.


Volodymyr Zelensky acrescentou que o Kremlin (presidência russa) não respondeu a uma proposta de Kiev para a troca de Viktor Medvedchuk, deputado e empresário próximo de Vladimir Putin, atualmente detido, por defensores de Mariupol.


O governante pediu ainda aos países ocidentais para fornecerem as armas prometidas o mais rápido possível.


“Se recebermos agora o que alguns dos nossos parceiros planeiam dar à Ucrânia nas próximas semanas, isso poderá salvar a vida de milhares e milhares de pessoas”, garantiu.



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